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domingo, 18 de outubro de 2020

A importância da Roda dos Alimentos?

A Roda dos Alimentos já não é exactamente igual ao que aprendemos na primária. Em vez dos 5 grupos tradicionais, agora há 7 grupos alimentares, todos igualmente importantes na alimentação – mas em diferentes quantidades. A água está no centro da roda, o que também é novo.

Sem surpresas, os vegetais (3 a 5 porções) e as frutas (3 a 5 porções) são o maior grupo alimentar. Logo a seguir vêm os cereais e os hidratos de carbono (4 a 11 porções), os lacticínios (2 a 3 porções), a proteína (carne, peixe, ovos, 1.5 a 4.5 porções), as leguminosas (1-2 porções) e os lípidos (1-3 porções).
Quais são os benefícios da Roda dos Alimentos?

  • garante que tem uma alimentação completa;
  • se comer alimentos de todos os grupos, tem uma dieta equilibrada;
  • cada grupo inclui muitos alimentos, o que promove uma alimentação variada e respeita a sazonalidade dos ingredientes.

O número de porções muda consoante o seu estilo de vida, hábitos e intolerâncias alimentares. Um nutricionista pode ajudar a adaptar a roda dos alimentos ao seu estilo de vida. 


A Roda dos Alimentos Vegetariana


Obviamente, quem faz uma alimentação vegetariana não vai seguir uma roda dos alimentos tradicional. O novo guia de alimentação do Canadá oferece algumas ideias e divide a alimentação vegetariana nos seguintes grupos:

  • Vegetais e fruta, que devem ocupar metade do prato;
  • Alimentos ricos em proteína, como as leguminosas, oleaginosas (frutos secos), tofu e alimentos à base de proteínas vegetais, ovos e iogurte (para os lacto-vegetarianos). Estes alimentos devem corresponder a ¼ da alimentação.
  • Cereais integrais, de absorção lenta e ricos em fibra, que devem ser outro ¼ da alimentação.

Se está a ter dificuldade em seguir uma alimentação vegetariana que cumpre todas as suas necessidades alimentares, consulte um nutricionista para conhecer mais alternativas saudáveis e vegetais.

domingo, 5 de janeiro de 2020

O Inverno e os benefícios dos alimentos de época


Sabia que os alimentos de época costumam ser mais baratos, mais saborosos e também mais saudáveis? As razões são simples, os alimentos de época não precisam de tantos agentes artificiais de crescimento, porque as condições atmosféricas são ideais para o seu desenvolvimento natural. Por essa razão, crescem e amadurecem de forma mais orgânica, preservando o seu sabor natural. Mas não é só! São mais baratos porque há mais oferta e os agricultores ou empresas gastam menos recursos a colher a produção adequada para venda.




Para além dar preferência aos alimentos da época, pense também na proximidade geográfica dos alimentos. Quantos mais próximo o alimento tiver sido colhido, mais curta será a viagem que terá de fazer depois da colheita. Isto significa que serão necessários menos preservantes e menos tempo de frigorífico, que altera as propriedades dos alimentos. Significa ainda outra coisa muito importante. Os alimentos mais próximos são apanhados mais perto do momento ideal de colheita, em vez de serem colhidos prematuramente (antes do produto ter alcançado todo o seu potencial de sabor e nutrição).

Também vale a pena abordar os benefícios ambientais decorrentes da compra de produtos locais e sazonais. Alimentos de outros continentes e de outros países precisam de fazer viagens de barco ou de camião, em frigoríficos industriais, consumindo quantidades enormes de eletricidade e combustíveis fósseis. Por outro lado os alimentos não sazonais gastam mais recursos hídricos ou mais recursos elétricos de forma a manter as condições atmosféricas ideais.

Mas, depois de toda esta explicação, quais são, afinal, os alimentos de época do inverno?
  • Fruta: Amêndoa, ananás, banana, laranja, limão, maçã, noz, pêra, pinhão, kiwi, tangerina.
  • Legumes: Abóbora, agrião, aipo, alface, alho porro, beterraba, brócolos, cebola, cenoura, couve-flor, couve de Bruxelas, couve galega, couve portuguesa, nabo, rúcula, espinafres.

Esperamos que tenha aguçado a curiosidade e que queira experimentar alimentos de outras épocas: os alimentos de Outono, de Primavera e de Verão!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Perder Peso na Cozinha

Para conseguir perder o peso desejado terá que para isso também começar a ter uma alimentação mais saudável. Recomenda-mos que comece a cozinha com pouca gordura.

Uma alimentação rica em gordura é também rica em calorias e, desta forma, está totalmente desaprovada como forma de perder peso.

Perder Peso

Ao Refogar:
Faz-se fritar a cebola (usando o dobro da quantidade que se usaria habitualmente) numa mistura de água e gordura (pouca), que se terá sempre de ir acrescentando com mais água. Para dar mais cor, junta-se no início uma colher de chá de polpa de tomate.

A temperar saladas
Juntar a uma colher de chá de azeite uma boa quantidade de sumo de limão ou vinagre de vinho e ervas: orégãos, coentros…

A gratinar
Usar queijo magro ralado que se prepara adquirindo queijo magro e deixando-o secar no frigorífico uns dias, antes de ralar.